Começaram os preparativos para o I Congresso Nacional de Turismo Rural de Oleiros

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Arrancaram ontem, dia 15 de maio, os Encontros Regionais de Turismo Rural que vão realizar-se como suporte à realização do I Congresso de Turismo Rural que irá decorrer nos dias 20 e 21 de junho, no Hotel Santa Margarida, em Oleiros. Estes encontros têm como objetivo analisar os desafios e os constrangimentos de natureza regional. Assim, o primeiro realizou-se no passado dia 15 de maio (pela Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte) e o próximo será no dia 22 de maio (pela Entidade Regional de Turismo do Algarve).

Recorde-se que este primeiro congresso nacional tem como tema “Turismo, Território e Património” e é promovido pela Federação Portuguesa de Turismo Rural, a Naturtejo E. I. M., a Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal e o Município de Oleiros.

Segundo os promotores do evento, “os resultados globalmente conseguidos em 2013, com particular preponderância para os territórios Porto, Lisboa e Algarve, deverão agora assumir um objetivo e desígnio nacional, no sentido da sua extensão aos territórios de baixa densidade, afirmando-se pelas suas valias diferenciadoras e contribuindo para uma melhor coesão e sustentabilidade, tanto dos territórios como do setor”.

O grande objetivo desta iniciativa centra-se na definição das “políticas e estratégias de afirmação de um setor que, segundo a OMT apresenta sinais de crescimento a um ritmo de 6% ao ano”. Segundo a organização, “a sustentabilidade do segmento “Sol e Mar” que tem estado na base da nossa promoção externa, precisa de desenvolvimento complementar de outros segmentos como forma de garantir a sua sustentabilidade. Por outro lado, o Turismo Rural pode ser o motor para o desenvolvimento dos territórios de baixa densidade, contribuindo para combater a desertificação e o abandono e através dos seus efeitos multiplicadores, fomentar o desenvolvimento de pequenas economias”.

Portugal desenvolveu nas últimas décadas um significativo investimento em estruturas turísticas em ambiente rural que agora é preciso consolidar, através de políticas de investimento em promoção externa que garantam um significativo aumento da procura, como forma de contrariar a forte sazonalidade do setor pela atual dependência que tem face ao mercado interno.

É fundamental “encontrar as formas de organização que contribuam de forma construtiva, inclusiva e abrangente para desbravar os caminhos que possam contribuir para que Portugal esteja no pelotão da frente, no que respeita ao desenvolvimento esperado deste setor no contexto do Turismo Nacional”.

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