Conheça aqui o programa da Feira Quinhentista

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18 de Junho (Sábado)

12h00 – Autos de abertura da Feira. Visita do Meirinho às tendas de Mercadores,Almocreves e carroças de bufarinheiros. Fiscalização das tabernas e vinhos pelo Almotacem. Certificação dos Mesteirais e Mestres de ofícios e Artes pelo Almoxarife. Comeres e beberes nas tabernas do Burgo.
15h00 – Cortejo de recepção ao Rei D. Manuel I. Representação do Auto da Barca. Anúncio do Foral de Oleiros
aprazando-se a sua apresentação para Domingo. Apresentação de demandas e recomendação por parte dos homens bons do concelho aos ouvidores del´Rei. Danças das moças de Oleiros em homenagem a El-Rei. Actuação de Flautas pastoris dos petizes da Serra. Danças das moças mouriscas e petição dos artesãos mudéjares oriundos de Espanha para lhes poupar a vida, dando-lhe agasalho. El-Rei concede-lhes protecção assim como aos judeus sefarditas. Demonstração de armas pela milícia da Vila. Pequena justa apeada. Exercícios de Falcoaria. Comeres e petiscos com sabores de antanho nas tabernas do Burgo.
21h00 – Missa solene em acção de Graça pelos 500 anos do Foral. Teatralização de uma batalha Naval nos mares do Indico. Espectáculo de malabares de fogo e pirotecnia Oleirense.

19 de Junho (Domingo)

12h00 – Arruada pelo burgo de Oleiros e Autos de Abertura do mercado.
12h30 – Visitas guiadas dos moços e moças às pracetas dos contadores de histórias e desvendadores de magias, aos terreiros dos encantadores de almas e das bruxas endemoninhadas, às varandas dos vendedores de sonhos e de ilusões e às barracas dos trampolineiros onde actores de meia tigela representam autos e farsas e onde os vagabundos sem eira nem beira contam as moedas da fortuna a esfarelarem-se em triviais poeiras de viagens no tempo e na história, com naturais provas de destreza para os mais afoitos. Comeres da época e beberes frescos da pipa.
15h00 – Cortejo régio pelas ruas de Oleiros com a representação de todas as classes sociais. Visita à lápide evocativa da figura do Padre António de Andrade. Apresentação dos homens bons do concelho que hão-de lavrar o novo foral. Discussão dos homens bons sobre as partes do Foral novo, redacção pelo tabelião e leitura pelos pronunciadores, seguindo-se as assinaturas e o selo. A festa popular: danças e bailias, cantigas ao desafio, trovas à desgarrada e saltimbancos em voltarias acrobáticas. Comeres com sabores manuelinos nas tabernas do burgo.
21h00 – Lavagem dos cestos e almotolias.

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